sábado, 19 de maio de 2007

limítrofe

devotei-me à traição
e amo-te em mosaicos conflitantes
resisto ao seu querer
e persisto dissociada
em dúvidas e orgias ficcionais
extremos passionais

soul-te inteira
sem limites tênues
errante e impulsiva
idealizo tudo
a crença utópica
do endeusar pagão
dilacero-te e peço-te
não me deixe morrer só!

4 comentários:

Lobodomar disse...

Larissa, bom dia.

Muito bom reencontrar seus belos versos. Agora posso lê-los novamente, e ainda mais.

Grande abraço, Poetisa!

Marcelo Novaes disse...

Larissa,


Os cacos de mosaico rangem neste amor rascante.





Beijos,









Marcelo.

BARTHES disse...

Dilaceras-me,deixando-me aos cacos até no porta retratos.Deixa-la só???Nem quando voltarmos ao pó.Valeu a visita.

Barthes-fragmentos disse...

Dilaceras-me,deixando-me aos cacos até no porta retratos.Deixa-la só???Nem quando voltarmos ao pó.Valeu a visita.